A dissertação completa já pode ser acessada pela UFSC no endereço:
www.cin.ufsc.br/pgcin/AlessandraGaldo.pdf
Como citar:
Galdo, Alessandra. Web 2.0 e colaboração científica: análise do uso científico-acadêmico por docentes de pós-graduação stricto sensu em Ciência da Informação no Brasil. 2010. 154 f. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação)-Programa de Pós Graduação em Ciência da Informação, Centro de Ciências da Educação, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2010.
APRESENTAÇÃO DA DEFESA
SOBRE O INSTRUMENTO DE COLETA DE DADOS
O questionário foi elaborado com base em Bastos e Silva (2005) que propõem um instrumento de pesquisa sobre o uso da Internet no cotidiano da pesquisa científica. O instrumento foi adaptado para a Web 2.0.
Fonte: BASTOS, Bartira; SILVA, Lídia J. O. L. da. Comunidade científica nas malhas da rede: que rotinas cognitivas e sociais estão sendo alteradas pelo uso da Internet no quotidiano da pesquisa? Dimensões para a definição de um padrão de averiguação. In: ENCONTRO NACIONAL DE ENSINO E PESQUISA EM
INFORMAÇÃO, 6., 2005, Salvador. Anais eletrônicos… Salvador: UFBA, 2005.
p. 01-15. Disponível em: http://www.cinform.ufba.br/vi_anais/docs/BartiraBastos.pdf
Uma referencia interessante para elaboração de questionários:
GÚNTHER, Hartmut. Como elaborar um questionário. Brasília: UnB, 2003. (Planejamento da Pesquisa nas Ciências Sociais, n. 01).
Relação entre objetivos (uso da Web 2.0 e Percepção sobre o uso da Web 2.0), dimensões de análise, perguntas e assertivas do questionário online enviado aos professores de mestrado e doutorado em CI nas Instituições de Ensino Superior brasileiras.
A primeira coluna se refere aos dois últimos objetivos específicos da pesquisa que se buscou atingir a partir das dimensões de análise apresentadas na segunda coluna. As perguntas relativas à cada dimensão são apresentadas na terceira coluna.
RESPOSTAS AO QUESTIONÁRIO
QUADRO RESUMO PARA ELABORAÇÃO DE QUESTIONÁRIO
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Sequência e estrutura lógica de um questionário. (GUNTHER, 2003). |
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| SEQUÊNCIA | |
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- As perguntas devem sugerir uma “conversa com objetivo”. - Direcionar-se do mais geral para o mais específico e do menos delicado, menos pessoal para o mais delicado e pessoal. - Aplicar conjuntos temáticos de itens. - As perguntas iniciais serviriam menos para obter informação do respondente e mais para estabelecer um relacionamento de confiança. - Não começar o instrumento pelo levantamento de dados pessoais, às vezes chamada por Seção de “identificação”. As perguntas pessoais sobre o respondente devem vir ao final, depois da confiança estabelecida quando o respondente já se sente à vontade com a pesquisa. - Assegurar que a pesquisa não visa identificar indivíduos.
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| ESTRUTURA LÓGICA | |
| INTRODUÇÃO
Os primeiros momentos decidem sobre a disposição do respondente em cooperar. Importância da qualidade e quantidade de informação sobre a pesquisa.
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Estabelecer confiança:
- O pesquisador deve apresentar-se, esclarecendo com/para quem trabalha; capturar o interesse do respondente pelo tema, explicar porquê o tema é importante; ressaltar o quanto, opiniões e experiências do respondente são importantes; - Informar como entrar em contato com o responsável pela pesquisa; - Oferecer um sinal de apreciação antecipadamente; - Salientar a importância da participação daquele candidato a respondente; - Identificando-se como uma Instituição conhecida e legitimada; - Aproveitar outros relacionamentos de troca. |
| TRANSAÇÃO SOCIAL
Reduzir o custo do respondente. |
- Fazer com que a tarefa seja breve;
- Reduzir esforços físico e mental requeridos; - Buscar manter o interesse do respondente em cada etapa da interação, minimizando o risco de desistência no meio do questionário; - As perguntas devem se o mais específicas, possível; - Eliminar possibilidade de embaraços, implicação de subordinação e custo financeiro para o respondente. |
| RECOMPENSA | Oferecer recompensas viáveis:
- Demonstrar consideração por apreciação verbal; - O respondente pode sentir-se recompensado por ter sua opinião valorizada ou por poder se expressar e ser ouvido. - Comunicar os resultados e/ou facilitar o acesso a eles é forma importante de recompensar os respondentes. - Tornar o instrumento interessante.
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CONTATO: alessandra.galdo@gmail.com







Olá, Alessandra, tudo bem?
Sou aluna de graduação do curso de Biblioteconomia na Universidade Federal de Minas Gerais, achei bastante interessante a sua dissertação de mestrado. Eu também sou bolsista de Iniciação Científica pelo CNPq, a minha linha de pesquisa é Cultura Informacional, Discurso Científico e Redes Sociais, estou bem no inicinho, ainda.
O seu blog é bastante organizado e estruturado, Parabéns.
Gostaria de saber qual foi o referencial teórico que norteou a sua dissertaçaõ?
PS. Também tenho um filho, que é o cara.
Desde já agradeço a atenção.
Adriane Legnani
Oi Adriana, obrigada pela visita!
Parece muito interessante sua pesquisa, Compartilhe quando tiver terminado e se você estiver de acordo, podemos colocar um link aqui no blog. Essa ideia de linkar pesquisas com temas semelhantes veio por e-mail de uma leitora do blog.
Sobre o referencial teórico, se você se refere aos autores que usei para embasar o trabalho, as referência estão em: http://cienciadoispontozero.com/mestrado/referencias/. A dissertação completa também já foi publicada aqui.
Se você se refere a uma teoria que embasaria a pesquisa ou poderia ser testada, não houve UMA teoria, por se tratar de uma temática nova, mas me embasei em teoriaS. Veja que para alguns autores (Merriam em “Qualitative Research and Case Study” p. ex.), em casos de temas novos, a pesquisa pode se embasar em teorias ao invés de testar uma teoria específica. Ou mesmo construir uma teoria, mas isso já é para alguns anos de dedicação (mais que os dois de uma dissertação com certeza).
Obrigada pelos comentários e mantenha-me informada sobre seu trabalho que realmente parece interessante.
Um abraço, Alessandra
[...] http://cienciadoispontozero.com/pesquisa/ [...]