Web 2.0 E COLABORAÇÃO CIENTÍFICA:
análise do uso científico-acadêmico por
docentes de pós-graduação stricto sensu
em Ciência da Informação no Brasil
Orientadora: Prof. Dra. Rosângela Schwarz Rodrigues
PS: Ainda não posso postar a dissertação toda. Só depois que fizer as poucas alterações e tiver permissão da minha orientadora. Por isso, vão uns trechinhos.
APRESENTAÇÃO DA DEFESA
SOBRE O INSTRUMENTO DE COLETA DE DADOS
O questionário foi elaborado com base em Bastos e Silva (2005) que propõem um instrumento de pesquisa sobre o uso da Internet no cotidiano da pesquisa científica. O instrumento foi adaptado para a Web 2.0.
Fonte: BASTOS, Bartira; SILVA, Lídia J. O. L. da. Comunidade científica nas malhas da rede: que rotinas cognitivas e sociais estão sendo alteradas pelo uso da Internet no quotidiano da pesquisa? Dimensões para a definição de um padrão de averiguação. In: ENCONTRO NACIONAL DE ENSINO E PESQUISA EM
INFORMAÇÃO, 6., 2005, Salvador. Anais eletrônicos… Salvador: UFBA, 2005.
p. 01-15. Disponível em: http://www.cinform.ufba.br/vi_anais/docs/BartiraBastos.pdf
Uma referencia interessante para elaboração de questionários:
GÚNTHER, Hartmut. Como elaborar um questionário. Brasília: UnB, 2003. (Planejamento da Pesquisa nas Ciências Sociais, n. 01).
Relação entre objetivos (uso da Web 2.0 e Percepção sobre o uso da Web 2.0), dimensões de análise, perguntas e assertivas do questionário online enviado aos professores de mestrado e doutorado em CI nas Instituições de Ensino Superior brasileiras.
A primeira coluna se refere aos dois últimos objetivos específicos da pesquisa que se buscou atingir a partir das dimensões de análise apresentadas na segunda coluna. As perguntas relativas à cada dimensão são apresentadas na terceira coluna.
RESPOSTAS AO QUESTIONÁRIO
QUADRO RESUMO PARA ELABORAÇÃO DE QUESTIONÁRIO
|
Sequência e estrutura lógica de um questionário. (GUNTHER, 2003). |
|
| SEQUÊNCIA | |
|
- As perguntas devem sugerir uma “conversa com objetivo”. - Direcionar-se do mais geral para o mais específico e do menos delicado, menos pessoal para o mais delicado e pessoal. - Aplicar conjuntos temáticos de itens. - As perguntas iniciais serviriam menos para obter informação do respondente e mais para estabelecer um relacionamento de confiança. - Não começar o instrumento pelo levantamento de dados pessoais, às vezes chamada por Seção de “identificação”. As perguntas pessoais sobre o respondente devem vir ao final, depois da confiança estabelecida quando o respondente já se sente à vontade com a pesquisa. - Assegurar que a pesquisa não visa identificar indivíduos.
|
|
| ESTRUTURA LÓGICA | |
| INTRODUÇÃO
Os primeiros momentos decidem sobre a disposição do respondente em cooperar. Importância da qualidade e quantidade de informação sobre a pesquisa.
|
Estabelecer confiança:
- O pesquisador deve apresentar-se, esclarecendo com/para quem trabalha; capturar o interesse do respondente pelo tema, explicar porquê o tema é importante; ressaltar o quanto, opiniões e experiências do respondente são importantes; - Informar como entrar em contato com o responsável pela pesquisa; - Oferecer um sinal de apreciação antecipadamente; - Salientar a importância da participação daquele candidato a respondente; - Identificando-se como uma Instituição conhecida e legitimada; - Aproveitar outros relacionamentos de troca. |
| TRANSAÇÃO SOCIAL
Reduzir o custo do respondente. |
- Fazer com que a tarefa seja breve;
- Reduzir esforços físico e mental requeridos; - Buscar manter o interesse do respondente em cada etapa da interação, minimizando o risco de desistência no meio do questionário; - As perguntas devem se o mais específicas, possível; - Eliminar possibilidade de embaraços, implicação de subordinação e custo financeiro para o respondente. |
| RECOMPENSA | Oferecer recompensas viáveis:
- Demonstrar consideração por apreciação verbal; - O respondente pode sentir-se recompensado por ter sua opinião valorizada ou por poder se expressar e ser ouvido. - Comunicar os resultados e/ou facilitar o acesso a eles é forma importante de recompensar os respondentes. - Tornar o instrumento interessante.
|
FONTE:
Galdo, Alessandra. Web 2.0 e colaboração científica: análise do uso científico-acadêmico por docentes de pós-graduação stricto sensu em Ciência da Informação no Brasil. 2010. 154 f. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação)-Programa de Pós Graduação em Ciência da Informação, Centro de Ciências da Educação, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2010.
CONTATO: alessandra.galdo@gmail.com







