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	<title>Ciência 2.0</title>
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		<title>Ciência 2.0</title>
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		<title>Humildade científica</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Jan 2011 00:14:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>

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		<description><![CDATA[De Marcelo Gleiser no livro Criação imperfeita: cosmo, vida e o código oculto da natureza (Editora Record, 2010) A ciência é uma construção humana, uma narrativa que criamos para explicar o mundo a nossa volta. As &#8220;verdades&#8221; que obtemos como a lei da gravidade universal de Newton ou a teoria da relatividade especial de Einstein, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cienciadoispontozero.com&amp;blog=9377309&amp;post=1425&amp;subd=cienciadoispontozero&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De <strong><a title="Blog do Marcelo Gleiser" href="http://marcelogleiser.blogspot.com/" target="_blank">Marcelo Gleiser</a></strong> no livro <strong>Criação imperfeita: cosmo, vida e o código oculto da natureza </strong>(Editora Record, 2010)</p>
<p><img class="aligncenter" title="universe" src="http://quebrandooencantodoneoateismo.files.wordpress.com/2010/08/universe.jpg?w=425&#038;h=307" alt="" width="425" height="307" /></p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333399;">A ciência é uma construção humana, uma narrativa que criamos para explicar o mundo a nossa volta. As &#8220;verdades&#8221; que obtemos como a lei da gravidade universal de Newton ou a teoria da relatividade especial de Einstein, apesar de brilhantes, funcionam apenas dentro de certos limites. Sempre existirão fenômenos que não poderão ser explicados por nossas teorias. Novas revoluções científicas irão acontecer. Visões de mundo irão se transformar. Infelizmente, vaidosos que somos, atribuímos peso demais às nossas conquistas. Iludidos pelo nosso sucesso, imaginamos que essas verdades parciais são parte de um grande quebra-cabeça, componentes de uma Verdade Final, esperando para ser desvendada (p. 25).</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333399;">O primeiro passo é admitir que a ciência tem limites, que a sua prática e os cientistas que a praticam têm limites. A ciência tem que ser humanizada, relacionada com a cultura em que existe. Precisamos confessar nossa surpresa ao nos depararmos com um Universo aparentemente cada vez mais misterioso; precisamos ser mais humildes ao declarar o quanto sabemos sobre o mundo, não nos esquecendo do quanto não sabemos (p. 42).</span></p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;"><em>Este é um pequeno trecho do ótimo livro do Marcelo Gleiser. Resolvi compartilhar neste blog não porque resuma o livro (longe disso), mas porque este blog acabou tratando bastante de ciência (não só o uso da Web 2.0 para a colaboração científica, tema da minha dissertação de mestrado).</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>No mais, recomendo a leitura deste livro sobre as tentativas da ciência em compreender a origem do universo e a beleza dessa coisa rara, única que é nosso planeta e o ser humano, para o Gleiser (neste livro), &#8220;acidentes imperfeitos da criação&#8221;</em>.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cienciadoispontozero.wordpress.com/1425/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cienciadoispontozero.wordpress.com/1425/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cienciadoispontozero.wordpress.com/1425/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cienciadoispontozero.wordpress.com/1425/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cienciadoispontozero.wordpress.com/1425/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cienciadoispontozero.wordpress.com/1425/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cienciadoispontozero.wordpress.com/1425/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cienciadoispontozero.wordpress.com/1425/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cienciadoispontozero.wordpress.com/1425/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cienciadoispontozero.wordpress.com/1425/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cienciadoispontozero.wordpress.com/1425/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cienciadoispontozero.wordpress.com/1425/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cienciadoispontozero.wordpress.com/1425/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cienciadoispontozero.wordpress.com/1425/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cienciadoispontozero.com&amp;blog=9377309&amp;post=1425&amp;subd=cienciadoispontozero&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Publish or perish</title>
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		<pubDate>Mon, 10 May 2010 17:45:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>

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		<description><![CDATA[Compartilho (na íntegra) matéria lúcida de Renato Mezan no caderno &#8220;mais!&#8221; da Folha de São Paulo do dia 09 de maio de 2010. +(s)ociedade O fetiche de quantidade Metas de produtividade e burocracia acadêmica diminuem o potencial de pesquisas científicas A criação de conhecimento não pode ser medida somente pelo número de trabalhos escritos pelos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cienciadoispontozero.com&amp;blog=9377309&amp;post=1408&amp;subd=cienciadoispontozero&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Compartilho (na íntegra) matéria lúcida de Renato Mezan no caderno &#8220;mais!&#8221; da Folha de São Paulo do dia 09 de maio de 2010.<br />
<strong><span style="color:#000080;font-size:xx-small;">+(s)ociedade</span></strong></p>
<p><span style="font-size:large;"><strong>O fetiche de quantidade</strong></span></p>
<p><strong>Metas de produtividade e burocracia acadêmica diminuem o potencial de pesquisas científicas </strong></p>
<p><strong>A criação de conhecimento não pode ser medida somente pelo número de trabalhos escritos pelos pesquisadores, como é a tendência atual no Brasil </strong></p>
<p><strong>RENATO MEZAN</strong><br />
COLUNISTA DA FOLHA</p>
<p style="text-align:justify;">A cada tanto tempo, volta-se a discutir como deve ser avaliado o trabalho dos professores. O grande número de pessoas envolvidas nos diversos níveis de ensino, assim como o de artigos e livros que materializam resultados de pesquisa, tem determinado uma preferência por medidas quantitativas.</p>
<p style="text-align:justify;">Se estas podem trazer informações úteis como dado parcial para comparar resultados de escolas em vestibulares ou o desempenho médio de alunos em determinada matéria, sua aplicação como único critério de &#8220;produtividade&#8221; na pós-graduação vem gerando -a meu ver, pelo menos- distorções bastante sérias.</p>
<p style="text-align:justify;">Não é meu intuito recusar, em princípio, a avaliação externa, que considero útil e necessária. Gostaria apenas de lembrar que a criação de conhecimento não pode ser medida somente pelo número de trabalhos escritos pelos pesquisadores, como é a tendência atual no Brasil. Tampouco me parece correta a fetichização da forma &#8220;artigo em revista&#8221; em detrimento de textos de maior fôlego, para cuja elaboração, às vezes, são necessários anos de trabalho paciente.</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-1408"></span> A mesma concepção tem conduzido ao encurtamento dos prazos para a defesa de dissertações e teses na área de humanas, com o que se torna difícil que exibam a qualidade de muitas das realizadas com mais vagar, que (também) por isso se tornaram referência nos campos respectivos.</p>
<p style="text-align:justify;">O equívoco desse conjunto de posturas tornou-se, mais uma vez, sensível para mim ao ler dois livros que narram grandes aventuras do intelecto: &#8220;O Último Teorema de Fermat&#8221;, de Simon Singh (ed. Record), e &#8220;O Homem Que Amava a China&#8221;, de Simon Winchester (Companhia das Letras).</p>
<p style="text-align:justify;">O leitor talvez objete que não se podem comparar as realizações de que tratam com o trabalho de pesquisadores iniciantes; lembro, porém, que os autores delas também começaram modestamente e que, se lhes tivessem sido impostas as condições que critico, provavelmente não teriam podido desenvolver as capacidades que lhes permitiram chegar até onde chegaram.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Everest da matemática</strong><br />
O teorema de Fermat desafiou os matemáticos por mais de três séculos, até ser demonstrado em 1994 pelo britânico Andrew Wiles. O livro de Singh narra a história do problema, cujo fascínio consiste em ser compreensível para qualquer ginasiano e, ao mesmo tempo, ter uma solução extremamente complexa. Em resumo, trata-se de uma variante do teorema de Pitágoras: &#8220;Em todo triângulo retângulo, a soma do quadrado dos catetos é igual ao quadrado da hipotenusa&#8221;, ou, em linguagem matemática, a2²=b2²+c2².</p>
<p style="text-align:justify;">Lendo sobre esta expressão na &#8220;Aritmética&#8221; de Diofante (século 3º), o francês Pierre de Fermat (1601-65) -cuja especialidade era a teoria dos números e que, junto com Pascal, determinou as leis da probabilidade- teve a curiosidade de saber se a relação valia para outras potências: x3³= y3³ + z3, x4 = y4 + z4 e assim por diante. Não conseguindo encontrar nenhum trio de números que satisfizesse as condições da equação, formulou o teorema que acabou levando seu nome -&#8221;Não existem soluções inteiras para ela, se o valor de n for maior que 2&#8243;- e anotou na página do livro: &#8220;Encontrei uma demonstração maravilhosa para esta proposição, mas esta margem é estreita demais para que eu a possa escrever aqui&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Após a morte de Fermat, seu filho publicou uma edição da obra grega com as observações do pai. Como o problema parecia simples, os matemáticos lançaram-se à tarefa de o resolver -e descobriram que era muitíssimo complicado.</p>
<p style="text-align:justify;">Singh conta como inúmeros deles fracassaram ao longo dos 300 anos seguintes; os avanços foram lentíssimos, um conseguindo provar que o teorema era válido para a potência 3, outro (cem anos depois) para 5 etc. O enigma resistia a todas as tentativas de demonstração e acabou sendo conhecido como &#8220;o monte Everest da matemática&#8221;. É quase certo que Fermat se equivocou ao pensar que dispunha da prova, que exige conceitos e técnicas muito mais complexos que os disponíveis na sua época.</p>
<p style="text-align:justify;">Quem a descobriu foi Andrew Wiles, e a história de como o fez é um forte argumento a favor da posição que defendo. O professor de Princeton [universidade americana] precisou de sete anos de cálculos e teve de criar pontes entre ramos inteiramente diferentes da disciplina, numa epopeia intelectual que Singh descreve com grande habilidade e clareza. Não é o caso de descrever aqui os passos que o levaram à vitória; quero ressaltar somente que, não tendo de apresentar projetos nem relatórios, publicando pouquíssimo durante sete anos e se retirando do &#8220;circuito interminável de reuniões científicas&#8221;, Wiles pôde concentrar-se com exclusividade no que estava fazendo.</p>
<p style="text-align:justify;">Por exemplo, passou um ano inteiro revisando tudo o que já se tentara desde o século 18 e outro tanto para dominar certas ferramentas matemáticas com as quais tinha pouca familiaridade, mas indispensáveis para a estratégia que decidiu seguir. Questionado por Singh sobre seu método de trabalho, Wiles respondeu: &#8220;É necessário ter concentração total. Depois, você para. Então parece ocorrer uma espécie de relaxamento, durante o qual, aparentemente, o inconsciente assume o controle. É aí que surgem as ideias novas&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Este processo é bem conhecido e costumo recomendá-lo a meus orientandos: absorver o máximo de informações e deixá-las &#8220;flutuar&#8221; até que apareça algum padrão, ou uma ligação entre coisas que aparentemente nada têm a ver uma com a outra. Uma variante da livre associação, em suma.</p>
<p style="text-align:justify;">Ora, se está correndo contra o relógio, como o estudante pode se permitir isso? A chance de ter o &#8220;estalo de Vieira&#8221; é reduzida; o mais provável é que se conforme com as ideias já estabelecidas, o que obviamente diminui o potencial de inovação do seu trabalho.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Tarefa hercúlea</strong><br />
Outro exemplo de que o tempo de gestação de uma obra precisa ser respeitado é o de Joseph Needham (1900-95), cuja vida extraordinária ficamos conhecendo em &#8220;O Homem Que Amava a China&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Bioquímico de formação, apaixonou-se por uma estudante chinesa que fora a Cambridge [no Reino Unido] para se aperfeiçoar; ela lhe ensinou a língua e, à medida que se aprofundava no estudo da cultura chinesa, Needham foi se tomando de admiração pelas suas realizações científicas e tecnológicas.</p>
<p style="text-align:justify;">Em 1943, o Ministério do Exterior britânico o enviou como diplomata à China, então parcialmente ocupada pelos japoneses. Sua missão era ajudar os acadêmicos a manter o ânimo e a prosseguir em suas pesquisas.</p>
<p style="text-align:justify;">Para saber do que precisavam, viajou muito pelo país e entrou em contato com inúmeros cientistas; em seguida, mandava-lhes publicações científicas, reagentes, instrumentos e o que mais pudesse obter.</p>
<p style="text-align:justify;">Nessxe périplo, Needham se deu conta de que -longe de terem se mantido à margem do desenvolvimento da civilização, como então se acreditava no Ocidente- os chineses tinham descoberto e inventado muito antes dos europeus uma enorme quantidade de coisas, tanto em áreas teóricas quanto no que se refere à vida prática (uma lista parcial cobre 12 páginas do livro de Winchester).</p>
<p style="text-align:justify;">Formulou então o que se tornou conhecido como &#8220;a pergunta de Needham&#8221;: se aquele povo tinha demonstrado tamanha criatividade, por que não foi entre eles, e sim na Europa, que a ciência moderna se desenvolveu?</p>
<p style="text-align:justify;">A resposta envolvia provar que existiam condições para que isso pudesse ter acontecido, e depois elaborar hipóteses sobre por que não ocorreu. Daí a ideia de escrever um livro que mostrasse toda a inventividade dos chineses, tendo como base os textos recolhidos em suas viagens e as práticas que pudera observar.</p>
<p style="text-align:justify;">Embora o projeto fosse ambicioso, a Cambridge University Press o aceitou, considerando que, uma vez realizado, abrilhantaria ainda mais a reputação da universidade.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Science and Civilization in China&#8221; [Ciência e Civilização na China] teria sete volumes, e Needham acreditava que poderia escrevê-lo &#8220;num prazo relativamente curto para uma obra acadêmica: dez anos&#8221;.<br />
Na verdade, tomou quatro vezes mais tempo, e, quando o autor morreu, em 1995, já contava 15 mil páginas. Empreendimento hercúleo, como se vê, que transformou radicalmente a percepção ocidental quanto ao papel da China na história da civilização.</p>
<p style="text-align:justify;">O volume de trabalho envolvido era imenso: de saída, ler e classificar milhares de documentos sobre os mais variados assuntos; em seguida, organizar tudo de modo claro e persuasivo, e por fim apresentar algumas respostas à &#8220;pergunta de Needham&#8221;. Várias pessoas o auxiliaram no percurso (em particular, sua amante chinesa), mas a concepção de base, e boa parte do texto final, se devem exclusivamente a ele.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Monumento</strong><br />
Needham não publicou uma linha de bioquímica durante os últimos 30 anos de sua carreira.</p>
<p style="text-align:justify;">Tampouco tinha formação acadêmica em história das ideias -mas isso não o impediu de, com talento e disciplina, redigir uma das obras mais importantes do século 20.</p>
<p style="text-align:justify;">Se tivesse sido atrapalhado por exigências burocráticas, se tivesse de orientar pós-graduandos, se a editora o pressionasse com prazos ou não o deixasse trabalhar em seu ritmo (o primeiro volume levou seis anos para ficar pronto), teria talvez escrito mais um livro interessante, mas não o monumento que nos legou.</p>
<p style="text-align:justify;">O que estes exemplos nos ensinam é que um trabalho intelectual de grande alcance só pode ser feito em condições adequadas -e uma delas é a confiança dos que decidem (e manejam os cordões da bolsa) em quem se propõe a realizá-lo.</p>
<p style="text-align:justify;">Tal confiança envolve não suspeitar que tempo longo signifique preguiça, admitir que pensar também é trabalho, que a verificação de uma ideia-chave ou de uma referência central pode levar meses -e que nada disso tem importância frente ao resultado final.</p>
<p style="text-align:justify;">Em tempo: um dos motivos encontrados por Needham para o estancamento da criatividade chinesa a partir de 1500 foi justamente a aversão de uma estrutura burocrática acomodada na certeza de sua própria sapiência a tudo que discrepasse dos padrões impostos.</p>
<p style="text-align:justify;">Enquanto isso, na Europa (e depois na América do Norte) a inovação era valorizada, e o talento individual, recompensado. Nas palavras de um sinólogo citado no fim do livro, o resultado da atitude dos mandarins foi que &#8220;o incentivo se atrofiou, e a mediocridade tornou-se a norma&#8221;. Seria uma pena que, em nome da produtividade medida em termos somente quantitativos, caíssemos no mesmo erro.</p>
<hr size="1" /><strong>RENATO MEZAN</strong> é psicanalista e professor titular na Pontifícia Universidade Católica de SP. Escreve na seção &#8220;Autores&#8221;, do <strong>Mais!</strong>.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cienciadoispontozero.wordpress.com/1408/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cienciadoispontozero.wordpress.com/1408/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cienciadoispontozero.wordpress.com/1408/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cienciadoispontozero.wordpress.com/1408/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cienciadoispontozero.wordpress.com/1408/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cienciadoispontozero.wordpress.com/1408/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cienciadoispontozero.wordpress.com/1408/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cienciadoispontozero.wordpress.com/1408/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cienciadoispontozero.wordpress.com/1408/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cienciadoispontozero.wordpress.com/1408/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cienciadoispontozero.wordpress.com/1408/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cienciadoispontozero.wordpress.com/1408/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cienciadoispontozero.wordpress.com/1408/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cienciadoispontozero.wordpress.com/1408/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cienciadoispontozero.com&amp;blog=9377309&amp;post=1408&amp;subd=cienciadoispontozero&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Pesquisa completa</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Apr 2010 17:19:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandra</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Ciência da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[A Dissertação de mestrado pode ser acessada em: www.cin.ufsc.br/pgcin/AlessandraGaldo.pdf<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cienciadoispontozero.com&amp;blog=9377309&amp;post=1392&amp;subd=cienciadoispontozero&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Dissertação de mestrado pode ser acessada em:</p>
<p><a href="http://www.cin.ufsc.br/pgcin/AlessandraGaldo.pdf" target="_blank">www.cin.ufsc.br/pgcin/AlessandraGaldo.pdf</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cienciadoispontozero.wordpress.com/1392/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cienciadoispontozero.wordpress.com/1392/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cienciadoispontozero.wordpress.com/1392/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cienciadoispontozero.wordpress.com/1392/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cienciadoispontozero.wordpress.com/1392/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cienciadoispontozero.wordpress.com/1392/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cienciadoispontozero.wordpress.com/1392/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cienciadoispontozero.wordpress.com/1392/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cienciadoispontozero.wordpress.com/1392/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cienciadoispontozero.wordpress.com/1392/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cienciadoispontozero.wordpress.com/1392/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cienciadoispontozero.wordpress.com/1392/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cienciadoispontozero.wordpress.com/1392/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cienciadoispontozero.wordpress.com/1392/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cienciadoispontozero.com&amp;blog=9377309&amp;post=1392&amp;subd=cienciadoispontozero&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">AleGaldo</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Colaboração científica por meio da Web 2.0 (via Prof. Aldo Barreto)</title>
		<link>http://cienciadoispontozero.com/2010/03/16/colaboracao-cientifica-por-meio-da-web-2-0-via-prof-aldo-barreto/</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 02:36:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Reproduzo aqui notícia postada pelo Prof. Aldo Barreto em seu blog. E-Ciência nas Bibliotecas de Pesquisa &#8220;A agência norte-americana National Science Foundation, divulga que a colaboração entre cientistas em época da Web 2.0 nunca foi tão forte. Essa tendência parece ser maior na União Europeia. A metade dos artigos científicos produzidos pelos países do bloco [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cienciadoispontozero.com&amp;blog=9377309&amp;post=1386&amp;subd=cienciadoispontozero&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Reproduzo aqui notícia postada pelo Prof. Aldo Barreto em seu blog.</p>
<p><strong>E-Ciência nas Bibliotecas de Pesquisa</strong></p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;A agência norte-americana National Science Foundation, divulga que a colaboração entre cientistas em época da Web 2.0 nunca foi tão forte. Essa tendência parece ser maior na União Europeia. A metade dos artigos científicos produzidos pelos países do bloco foi em coautorias internacionais.</p>
<p style="text-align:justify;">A Europa teve uma política científica voltada para o estímulo e integração de seus cientistas. O fenômeno está espalhado pelo mundo inteiro e permeia todas as disciplinas apontam os especialista em cienciometria.&#8221;</p>
<p>Do blog do Prof. Aldo Barreto. <a href="http://aldobarreto.wordpress.com/2010/02/16/74/" target="_blank"><strong><span style="color:#ff0000;">Continua aqui</span></strong></a><strong><span style="color:#ff0000;">&#8230;</span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#ff0000;"><br />
</span></strong></p>
</div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cienciadoispontozero.wordpress.com/1386/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cienciadoispontozero.wordpress.com/1386/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cienciadoispontozero.wordpress.com/1386/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cienciadoispontozero.wordpress.com/1386/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cienciadoispontozero.wordpress.com/1386/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cienciadoispontozero.wordpress.com/1386/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cienciadoispontozero.wordpress.com/1386/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cienciadoispontozero.wordpress.com/1386/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cienciadoispontozero.wordpress.com/1386/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cienciadoispontozero.wordpress.com/1386/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cienciadoispontozero.wordpress.com/1386/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cienciadoispontozero.wordpress.com/1386/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cienciadoispontozero.wordpress.com/1386/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cienciadoispontozero.wordpress.com/1386/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cienciadoispontozero.com&amp;blog=9377309&amp;post=1386&amp;subd=cienciadoispontozero&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">AleGaldo</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Dissertação de mestrado</title>
		<link>http://cienciadoispontozero.com/2010/03/05/dissertacao-defendida/</link>
		<comments>http://cienciadoispontozero.com/2010/03/05/dissertacao-defendida/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 18:37:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência da Informação]]></category>

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		<description><![CDATA[Dissertação de mestrado defendida em 01/03/2010 e aprovada com conceito A. Compartilho a apresentação da defesa e informações que possam interessar aos mestrandos, aos colegas da CI e a todos que se interessem pelo tema da Web 2.0, mais especificamente na colaboração científica. Minha gratidão aos professores de mestrado e doutorado em Ciência da Informação [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cienciadoispontozero.com&amp;blog=9377309&amp;post=1336&amp;subd=cienciadoispontozero&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;">Dissertação de mestrado defendida em 01/03/2010 e aprovada com conceito A.</p>
<p style="text-align:justify;">Compartilho a apresentação da defesa e informações que possam interessar aos mestrandos, aos colegas da CI e a todos que se interessem pelo tema da Web 2.0, mais especificamente na colaboração científica.</p>
<p style="text-align:justify;">Minha gratidão aos professores de mestrado e doutorado em Ciência da Informação que, generosamente, colaboraram respondendo à pesquisa.</p>
<p style="text-align:justify;">Agradeço ao Professor Aldo Barreto, Professora Ursula Blattmann e Professor Francisco das Chagas por terem aceito participar da banca examinadora.</p>
<p style="text-align:justify;">Aos parceiros de academia e amigos com quem troquei pontos de vista por meio da Web 2.0, como <em>blogs</em>, <em>Twitter</em>, <em>e-mail</em> ou mesmo pessoalmente. Ao Carlos Nepomuceno, Moreno Barros, Fabiano Caruso, Rafaela Lunardi Comarella entre tantos outros. Não há como nomear a todos, mas a colaboração generosa dessas pessoas faz parte das ideias desenvolvidas neste trabalho.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:center;"><a href="http://cienciadoispontozero.wordpress.com/pesquisa"><strong><span style="color:#ff0000;">APRESENTAÇÃO DA DISSERTAÇÃO</span></strong></a></p>
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">E continuo na academia, agora cursando o doutorado em Engenharia e Gestão do Conhecimento na UFSC. O que prova que cursar o mestrado e defender a dissertação &#8220;nem doeu&#8221; &#8230; <img src='http://s0.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </span></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><br />
</span></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;">
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cienciadoispontozero.wordpress.com/1336/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cienciadoispontozero.wordpress.com/1336/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cienciadoispontozero.wordpress.com/1336/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cienciadoispontozero.wordpress.com/1336/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cienciadoispontozero.wordpress.com/1336/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cienciadoispontozero.wordpress.com/1336/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cienciadoispontozero.wordpress.com/1336/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cienciadoispontozero.wordpress.com/1336/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cienciadoispontozero.wordpress.com/1336/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cienciadoispontozero.wordpress.com/1336/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cienciadoispontozero.wordpress.com/1336/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cienciadoispontozero.wordpress.com/1336/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cienciadoispontozero.wordpress.com/1336/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cienciadoispontozero.wordpress.com/1336/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cienciadoispontozero.com&amp;blog=9377309&amp;post=1336&amp;subd=cienciadoispontozero&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">AleGaldo</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Web 2.0</title>
		<link>http://cienciadoispontozero.com/2010/03/05/web-2-0/</link>
		<comments>http://cienciadoispontozero.com/2010/03/05/web-2-0/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 17:43:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[A primeira coisa sobre a Web 2.0: A Web 2.0 é uma atitude (an atittude, not a technology), como afirma O&#8217;Reilly.  É isso que estou fazendo agora: estou compartilhando meu trabalho, pensamentos e ideias, abrindo o tema para você acrescentar seu conhecimento, fazer perguntas, discordar, construir em colaboração, remixar minhas ideias e informações (veja a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cienciadoispontozero.com&amp;blog=9377309&amp;post=1361&amp;subd=cienciadoispontozero&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">A primeira coisa sobre a Web 2.0: A Web 2.0 é uma atitude (<em>an atittude, not a technology</em>), como afirma O&#8217;Reilly.  É isso que estou fazendo agora: estou compartilhando meu trabalho, pensamentos e ideias, abrindo o tema para você acrescentar seu conhecimento, fazer perguntas, discordar, construir em colaboração, remixar minhas ideias e informações (veja a licensa Creative Commons), compartilhar, acrescentar. (reparou naquele espacinho pra comentários, lá embaixo?) <img src='http://s1.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#000000;"><span style="font-weight:normal;"><br />
</span></span></span></strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="text-decoration:underline;"><strong><span style="color:#ff0000;">WEB X WEB 2.0 </span></strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://cienciadoispontozero.files.wordpress.com/2009/11/webxweb22.png"><img class="aligncenter" title="Web x Web2.0" src="http://cienciadoispontozero.files.wordpress.com/2009/11/webxweb22.png?w=360&#038;h=415" alt="" width="360" height="415" /></a></p>
<p>Fonte: Adaptado de <a href="http://blog.aysoon.com/le-Web20-illustre-en-une-seule-image" target="_blank">COZI, 2007</a><br />
Ilustração: Guilherme Galdo Ruchaud</p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#ff0000;">IDEAIS DA WEB 2.0</span></strong></p>
<blockquote><p>A Web como plataforma;<br />
Informação controlada pelo usuário;<br />
Ferramentas no formato de serviços Web ao invés de softwares proprietário;<br />
Arquitetura participativa;<br />
Rentabilidade de escala, o que significa nenhum custo para o usuário, na medida em que empresas anunciantes patrocinam o serviço, remunerado pela quantidade de vezes em que o consumidor “clica” em seus banners, ou efetivam uma compra;<br />
Informações e dados (textos, imagens, vídeos) com permissões de livre distribuição ou modificação, segundo critérios definidos pelo autor;<br />
Aplicações não limitadas a um determinado sistema operacional ou hardware;<br />
Aproveitamento da inteligência coletiva.</p></blockquote>
<p>Fonte: Adaptado de O’Reilly (2005, p. 1).</p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#ff0000;">FERRAMENTAS WEB 2.0</span></strong></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2">
<p style="text-align:center;">FERRAMENTAS WEB 2.0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>FERRAMENTA</td>
<td style="text-align:center;">DEFINIÇÃO</td>
</tr>
<tr>
<td>Weblogs</td>
<td>Ferramenta para publicação de informações, opiniões e ideias, com espaços  para comentários de outros usuários da  Internet. Somam o poder noticiador dos grupos de discussão às informações organizadas nas páginas web (ANTOUN, 2008). Os weblogs ou blogs são personalizados pelo autor/autores e podem conter textos, imagens, vídeos, ferramentas de busca, links para outros blogs, estatísticas de acesso, “nuvem detags”, entre outros recursos.</td>
</tr>
<tr>
<td>Wikis</td>
<td>Ambiente em que cada usuário redige e comenta um determinado termo acessível a todos os outros, que o lêem, e podem também contribuir com alterações. (CAVALCANTI; NEPOMUCENO, 2007, p. 24). Os wikispermitem a criação coletiva de conteúdo na web e possuem formas de regulação da produção da coletividade (PRIMO, 2008a) O exemplo mais conhecido é a Wikipédia. Ferramentas wiki têm um grande potencial para a construção colaborativa de trabalhos acadêmicos.</td>
</tr>
<tr>
<td>Sites de Redes Sociais</td>
<td>Site que foca a publicização da rede social dos atores (usuários da Internet). Representam processos dinâmicos em conseqüência dos processos de interação entre esses atores. (RECUERO, 2009).</td>
</tr>
<tr>
<td>Folksonomias</td>
<td>Ferramentas de classificação, recuperação e compartilhamento da informação, na qual os usuários colaboram livremente na classificação da informação. As “nuvens de tags”, uma das formas de navegar pelas informações classificadas espontaneamente pelos usuários, modificam-se em tempo real, em interação constante entre os usuários e a informação, modificando também a relação de tempo entre a classificação da informação e o seu uso.(CATARINO; BAPTISTA, 2007)</td>
</tr>
<tr>
<td>Compartilhamentode vídeos</td>
<td>Usuários da Internet compartilham vídeos criados por outros ou criam seus próprios vídeos e os compartilham livremente. Alguns vídeos bem como alguns autores de vídeos têm se tornado mundialmente acessados sem que haja nenhuma motivação financeira direta. Vários tipos de vídeos têm sido produzidos, desde vídeos humorísticos a vídeos educativos. O Youtube, ferramenta mais popular de compartilhamento de vídeos, tem um grande número de vídeos com aulas expositivas, palestras, demonstração de experiências, entre outros de interesse acadêmico.</td>
</tr>
<tr>
<td>Compartilhamento de apresentações / slides</td>
<td>Autores compartilham apresentações e slides de palestras e/ou aulas. O autor define a permissão de uso, cópia ou distribuição.</td>
</tr>
<tr>
<td>Leitor de RSS(Really Simple Syndication) Feeds</td>
<td>Agregador de notícias, amplamente utilizado pela comunidade dos blogs, para compartilhar as suas últimas novidades ou textos completos e até mesmo arquivos multimídia. (WIKIPEDIA, 2009).</td>
</tr>
<tr>
<td>Serviços demicroblogs</td>
<td>A primeira ferramenta de microblog e, ainda, a mais popular é o Twitter. Foi criado inicialmente com a pergunta: “O que você está fazendo?” para que cada usuário respondesse, compartilhando com pessoas que o acompanham, ao mesmo tempo em que receberia curtas mensagens das pessoas que optasse por acompanhar (seguidos e seguidores). Entretanto, os usuários descobriram outras funções e criaram aplicativos para serem usados em conjunto com o Twitter, como programas que condensam os endereçosweb em poucos caracteres. Com isso, a ferramenta passou a ser utilizada com maior frequência para compartilhar informações por meio dos links. A comunidade acadêmica utiliza a ferramenta, principalmente com a finalidade de compartilhar links de interesse de seu grupo.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<hr />
<blockquote><p><strong>Dissertação de mestrado completa compartilhada </strong><a href="http://cienciadoispontozero.com/pesquisa/" target="_blank"><strong>nesse link</strong></a><strong> ou no </strong><a href="http://www.slideshare.net/alegaldo/disserta-web2-colaboracaocientifica#" target="_blank"><strong>slideshare</strong></a><strong> </strong>(enquanto não é disponibilizada pela Biblioteca da UFSC)</p></blockquote>
<p style="text-align:center;">Como citar:</p>
<p style="text-align:justify;">Galdo, Alessandra. <strong><em>Web </em>2.0 e colaboração científica: </strong>análise do uso científico-acadêmico por docentes de pós-graduação <em>stricto sensu e</em>m Ciência da Informação no Brasil. 2010. 154 f. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação)-Programa de Pós Graduação em Ciência da Informação, Centro de Ciências da Educação, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2010.</p>
<p style="text-align:justify;">
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cienciadoispontozero.wordpress.com/1361/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cienciadoispontozero.wordpress.com/1361/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cienciadoispontozero.wordpress.com/1361/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cienciadoispontozero.wordpress.com/1361/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cienciadoispontozero.wordpress.com/1361/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cienciadoispontozero.wordpress.com/1361/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cienciadoispontozero.wordpress.com/1361/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cienciadoispontozero.wordpress.com/1361/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cienciadoispontozero.wordpress.com/1361/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cienciadoispontozero.wordpress.com/1361/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cienciadoispontozero.wordpress.com/1361/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cienciadoispontozero.wordpress.com/1361/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cienciadoispontozero.wordpress.com/1361/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cienciadoispontozero.wordpress.com/1361/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cienciadoispontozero.com&amp;blog=9377309&amp;post=1361&amp;subd=cienciadoispontozero&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">AleGaldo</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://cienciadoispontozero.files.wordpress.com/2009/11/webxweb22.png" medium="image">
			<media:title type="html">Web x Web2.0</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Ciência, colaboração, Web</title>
		<link>http://cienciadoispontozero.com/2009/11/24/ciencia-colaboracao-web/</link>
		<comments>http://cienciadoispontozero.com/2009/11/24/ciencia-colaboracao-web/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 04:17:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[colaboração científica]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cienciadoispontozero.com/?p=1223</guid>
		<description><![CDATA[A autora desse blog está em imersão na pesquisa de mestrado. Passos finais e prioridades rígidas&#8230;. It means, prioridade 1: pesquisa; prioridade 2: pesquisa; prioridade 3: pesquisa. Hoje, o Carlos Nepomuceno compartilhou via twitter, matéria do Wall Street Journal, abordando a colaboração científica via Web, tema da minha pesquisa. Me desculpo pelo post &#8220;copy-paste&#8221; (pelas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cienciadoispontozero.com&amp;blog=9377309&amp;post=1223&amp;subd=cienciadoispontozero&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">A autora desse blog está em imersão na pesquisa de mestrado. Passos finais e prioridades rígidas&#8230;. It means, prioridade 1: pesquisa; prioridade 2: pesquisa; prioridade 3: pesquisa.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="background-color:#ffffff;">Hoje, o <a href="http://nepo.com.br/" target="_blank"><strong>Carlos Nepomuceno</strong></a> compartilhou via twitter, matéria do <a href="http://online.wsj.com/home-page" target="_blank">Wall Street Journal</a>, abordando a colaboração científica via Web, tema da minha pesquisa.</span></p>
<p style="text-align:justify;">Me desculpo pelo post &#8220;copy-paste&#8221; (pelas razões já expostas), mas achei interessante compartilhar, mesmo sem os meus devidos comentários.</p>
<p style="text-align:justify;">Também me desculpo por não ter tempo de verter o texto para o portugês. Esse é um blog &#8220;brasileirinho&#8221; com muita honra, assim, dou preferência ao nosso idioma, mas dessa vez vamos no original&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<blockquote>
<div>
<ul>
<li><img src="http://s.wsj.net/img/wsj_print.gif" alt="The Wall Street Journal" /></li>
</ul>
</div>
<div><span style="background-color:#ffffff;">SCIENCE JOURNAL</span><br />
<span style="background-color:#ffffff;">NOVEMBER 23, 2009</span>More Scientists Treat Experiments as a Team SportMassive Collider, a Global Collaboration, Has a Bumpy Start; but Sometimes the Work of Crowds Yields Wisdom
<p>&nbsp;</p>
<div>
<div>
<ul>
<li><span style="background-color:#ffffff;">By ROBERT LEE HOTZ</span></li>
</ul>
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<div><span style="background-color:#ffffff;"> </span></div>
<p style="text-align:justify;">If all goes well, researchers Friday may power up the Large Hadron Collider &#8212; a $6 billion particle accelerator near Geneva. The atom smasher is so large that a brief status report lists 2,900 authors, so complex that scientists in 34 countries have readied 100,000 computers to process its data, and so fragile that a bird dropping a bread crust can short-circuit its power supply &#8212; as occurred earlier this month.</p>
<p style="text-align:justify;">Far from trouble-free, the proton accelerator is resuming operations after a catastrophic breakdown in 2008 that triggered a year of repairs and recriminations. Its large research teams operate on such an elaborate scale that project management has become one of science&#8217;s biggest challenges.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;"><strong><span style="color:#003300;">Around the world, scientists are cutting across boundaries of place, organization and technical specialty to conduct ever more ambitious experiments. Inspired by such cooperative enterprises as Linux and Wikipedia, they are encouraging creative collaborations through networks of blogs, wikis, shared databases and crowd-sourcing.</span></strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Once a mostly solitary endeavor, science in the 21st century has become a team</strong> sport. <span style="color:#0000ff;"><strong><span style="color:#003300;">Research collaborations are larger, more common, more widely cited and more influential than ever, management studies show.</span></strong></span><span style="color:#003300;"> </span>Measured by the number of authors on a published paper, research teams have grown steadily in size and number every year since World War II.<span id="more-1223"></span></p>
<p style="text-align:justify;">To gauge the rise of team science, management experts at Northwestern University recently analyzed 2.1 million U.S. patents filed since 1975 and all of the 19.9 million research papers archived in the Institute for Scientific Information database. &#8220;We looked at the recorded universe of all published papers across all fields, and we found that all fields were moving heavily toward teamwork,&#8221; says Northwestern business sociologist Brian Uzzi.</p>
<p style="text-align:justify;">As research projects grow more complicated, management becomes a variable in every experiment<span style="color:#0000ff;"><strong>. <span style="color:#003300;">&#8220;You can&#8217;t do it alone&#8221;</span></strong><strong>,</strong></span> says research management analyst Maria Binz-Scharf at City College of New York. <strong><span style="color:#003300;">&#8220;The question is how you put it all together&#8221;.</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;"><strong><span style="color:#003300;">The key is bringing the people together in the first place, which has sped technological advancements that often benefited the rest of us. The ease of global business and social networking today owes much to the World Wide Web, which was designed to aid information-sharing between scientists.</span></strong></span> It was invented at the <a href="http://public.web.cern.ch/public/" target="_blank">European Organization for Nuclear Research (CERN)</a>, the home of the Large Hadron Collider.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;"><strong><span style="color:#003300;">New online science management experiments are underway.</span></strong></span> <span style="color:#339966;"><strong><span style="color:#333300;">Last year, the National Science Foundation started a $50 million project to map all plant biology research, from the level of molecules to organisms to entire ecosystems, so scientists can swoop through shared data as if they were using Google Earth. Last month, U.S. computer experts launched a $12 million federal project to create a national biomedical network called VIVOweb to encourage collaborations.</span></strong></span></p>
<p style="text-align:justify;">Scientists are experimenting with the new technology of teamwork even in mathematics, where researchers customarily work alone.</p>
<p style="text-align:justify;">Last January, British mathematician Timothy Gowers invited volunteers to work on a problem in combinatorial research called the density Hales-Jewett theorem, which he posted at his <a href="http://polymathprojects.org/" target="_blank"><strong>Polymath Project</strong> blog</a>. By brain-storming together online, two dozen volunteers solved the problem in 37 days. &#8220;This way of doing research led to our finding the proof much more quickly than otherwise,&#8221; says Dr. Gowers at Cambridge University.</p>
<p style="text-align:justify;">Other scientists team up out of frustration. Biology students created an online collaboration called OpenWetware to share technical tips about cell lines, enzymes, protocols and screening assays. &#8220;This stuff is never published,&#8221; says Sriram Kosuri at the Harvard University Institute of Genetics, who was among its organizers. <span style="color:#000000;">&#8220;We wanted to get this information into the open.&#8221;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;"><strong><span style="color:#333300;">Since 2005, the project has grown into an online collaborative of 7,000 registered users on five continents and 65,000 Web pages &#8212; all with little or no direct management. &#8220;Everyone uses it for their own purposes and it grows organically&#8221;</span></strong><strong>, </strong></span>says Dr. Kosuri.</p>
<p style="text-align:justify;">In that spirit, paleontologist Michael Taylor at the University College London recently set up the Open Dinosaur Project, encouraging volunteers to create an online database of dinosaur bones from collections world-wide. &#8220;The whole nature of the scientific engagement is changing dramatically and quickly,&#8221; Dr. Taylor says.</p>
<p style="text-align:justify;">By many measures, the Large Hadron Collider is the largest machine in the world. It is designed to smash together proton beams to test ultimate theories of matter. Its science teams, drawing on independent researchers, resources and funds from 150 universities and dozens of government agencies, already transcend the physics of conventional management.</p>
<p style="text-align:justify;">Strictly speaking, no one is in charge.</p>
<p style="text-align:justify;">Consider Tejinder Virdee, who occupies the top spot in the organizational chart of the collider&#8217;s Compact Muon Solenoid detector &#8212; an intricate 12,500-ton device the size of a medieval cathedral. At least 3,600 people from 183 institutes in 38 countries are involved. Ordinarily, Dr. Virdee might exercise considerable executive authority. Instead, he carries the misleading title of &#8220;spokesperson.&#8221; He was elected by researchers to negotiate with other groups on their behalf.</p>
<p style="text-align:justify;">He has no power to order or insist, only to cajole and persuade. &#8220;I cannot direct anybody to do anything that they do not want to do,&#8221; Dr. Virdee says. &#8220;All decision-making is by consensus.&#8221; Yet, he is more or less the boss &#8212; at least of this component.</p>
<p style="text-align:justify;">All around the collider, <span style="color:#0000ff;"><strong><span style="color:#333300;">research groups organized themselves in</span><span style="color:#333300;"> democratic cooperatives, arranged in an anti-hierarchy</span></strong><strong><span style="color:#333300;">. All deliberations are open &#8212; and exhaustive. Everyone gets their say no matter how long it takes&#8221;</span></strong><strong>. <span style="color:#333300;">It is bottom-up and not top-down</span></strong><strong><span style="color:#333300;">,</span></strong><strong>&#8220;</strong></span> says Markus Nordberg, who is the resource coordinator &#8212; essentially the chief financial officer &#8212; for the collider&#8217;s ATLAS detector. The ATLAS detector weighs as much as the Eiffel Tower and is among the largest collaborations ever attempted in the physical sciences.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;None of them can do the research without each other,&#8221; says Barbara Gray, a management analyst at Pennsylvania State University. &#8220;No one can play with the Large Hadron Collider unless they all play together.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">In one sign of trust, the scientists who designed the systems relied on technologies that did not yet exist, delaying key decisions as long as practicable in the expectation someone would invent a way out of the problem. &#8220;There is enough confidence in the community that the technical problems will be solved at the last possible affordable moment,&#8221; says Dr. Nordberg. &#8220;That is not the way industry works.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">If all performs as planned,<span style="color:#333300;"> </span><span style="color:#0000ff;"><strong><span style="color:#333300;">research teams will equally share the data and the credit</span></strong></span>.</p>
<p style="text-align:justify;">For all their skill, the scientists starting up the Large Hadron Collider have encountered any number of operational glitches this year and, perhaps, one unique obstacle. The accelerator is expected to unleash forces so fundamental &#8212; even a black hole, some fear &#8212; that a few physicists fret the universe may be sabotaging the project to protect itself.</p>
<p><em>Write to Robert Lee Hotz at sciencejournal@wsj.com</em></p>
<p><span style="color:#808080;"><em>Printed in The Wall Street Journal, page A14</em></span></p>
<p><span style="color:#808080;"><strong><span style="color:#000000;">Font:</span></strong> <a href="http://online.wsj.com/article/SB125868444693956911.html" target="_blank">http://online.wsj.com/article/SB125868444693956911.html</a></span></p>
</div>
</div>
</blockquote>
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			<media:title type="html">The Wall Street Journal</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Filosofia da Tecnologia II</title>
		<link>http://cienciadoispontozero.com/2009/10/04/filosofia-da-tecnologia-ii/</link>
		<comments>http://cienciadoispontozero.com/2009/10/04/filosofia-da-tecnologia-ii/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 04 Oct 2009 22:30:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia da Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[AUTONOMIA DA TECNOLOGIA Desde a era industrial a técnica impõe um modo de viver. “A vigilância administrativa do trabalho intensivo na linha de montagem combina-se com o enquadramento ideológico da vida privada”, nas palavras de Mattelart (2007, p. 43). Hoje, na era digital, a tecnologia continua modificando a sociedade, bem como nossa vida privada, ainda [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cienciadoispontozero.com&amp;blog=9377309&amp;post=1164&amp;subd=cienciadoispontozero&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>AUTONOMIA DA TECNOLOGIA</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Desde a era industrial a técnica impõe um modo de viver. “A vigilância administrativa do trabalho intensivo na linha de montagem combina-se com o enquadramento ideológico da vida privada”, nas palavras de Mattelart (2007, p. 43).</p>
<p style="text-align:justify;">Hoje, na era digital, a tecnologia continua modificando a sociedade, bem como nossa vida privada, ainda bem que de forma absolutamente diferente da era industrial (em algumas sociedades, diga-se de passagem). Se você está lendo um blog, não preciso dar exemplos, você conhece inúmeros.</p>
<p style="text-align:justify;">Para alguns pensadores, como o filósofo <a href="http://www.socitec.pro.br/?page_id=59" target="_blank">Jacques Ellul</a>, desde a era moderna, a técnica é o entorno no qual acontecem todos os fenômenos sociais. É mais do que dizer que a economia, a política, a cultura são influenciadas ou modificadas pela técnica. Estão situadas na técnica. O entorno do homem era a natureza e passa a ser a técnica.</p>
<p style="text-align:justify;">Não só os fenômenos sociais estão inseridos na tecnologia, mas nosso modo de perceber a realidade.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.sunysb.edu/philosophy/faculty/dihde/" target="_blank">Don Ihde</a> (1990) analisa que a percepção que temos da realidade é afetada pela tecnologia. O filósofo reflete que tecnologias como o telescópio, as lentes e mesmo uma simples janela, modificam nossa percepção do mundo, do céu, das estrelas, da distância.</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><em>&#8220;Adão e Galileu”, Don Ihde, 1990. Parcialmente transcrito (tradução livre)</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Imaginemos que retornamos ao Novo Eden e ao Novo Adão pré-tecnológico. O que o nosso Adão nu veria com seus olhos nus ao fitar o céu noturno? </em></p>
<p style="text-align:justify;"><em> </em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>[...] Diferentemente da percepção do céu por Adão, nossas percepções não são despidas, mas mediadas. Vemos através de meios óticos, ondas de rádio, espectrográficos, e outras visões mediadas por artefatos tecnológicos. Ao mesmo tempo em que há uma grande distância entre a visão nua do céu estrelado e a percepção dos céus na astronomia contemporânea, a distância por si só é mediada através das nossas tecnologias sensoriais. Isso é o que nos distancia do nosso Adão mítico.&#8221;</em></p>
</blockquote>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 172px"><img title="Telescopio" src="http://infolocos.files.wordpress.com/2009/08/telescopio_galileo.jpg?w=162&#038;h=216" alt="" width="162" height="216" /><p class="wp-caption-text">Telescópio de Galileu</p></div>
<p style="text-align:justify;">E como já adquirimos a experiência tecnológica, mesmo olhando o céu a olhos nus, jamais teremos a percepção inocente, livre do conhecimento adquirido que nos faz ver as estrelas muito mais longe do que poderiam perceber nossos ancestrais ou nosso Adão nu observando o céu com seus olhos nus.</p>
<p style="text-align:justify;">Nesse sentido, a tecnologia já modificou nossa percepção da realidade, não há como voltar a enxergar como nossos ancestrais. E sobre os valores humanos?</p>
<p style="text-align:justify;">Jacques Ellul  alega que “o estado da mente do homem atual está completamente dominado por valores técnicos”. Sim, você, usuário da Web sabe disso. Mas e aí? Problema, solução, ambos?</p>
<p style="text-align:justify;">Ellul propõe que comecemos a pensar pelos falsos problemas, para depois partir para os problemas reais, segundo sua concepção.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><span id="more-1164"></span></p>
<ul style="text-align:justify;">
<li><strong>Falsos problemas para Ellul</strong>:</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">1. Falamos diariamente dos inconvenientes do desenvolvimento tecnológico. Aglomeração das grandes cidades, poluição, stress pelo ritmo veloz da tecnologia, etc. Para Ellul, esses inconvenientes se resolvem pela própria tecnologia.</p>
<p style="text-align:justify;">2. Decadência moral nos contextos urbanos, desintegração das famílias, etc. Para Ellul, o contexto ético e os valores morais tradicionais, estão, sem dúvida, em vias de extinção ou “obsoletos”. Entretanto, estaríamos sendo testemunhas da criação de novas éticas tecnológicas com seus próprios valores.</p>
<p style="text-align:justify;">3. Medo de que o homem se afaste dos valores humanos e da força instintiva. Para Ellul surgem mecanismos compensatórios exemplificados pelo erotismo estético de Henri Miller ou da reabilitação do Marquês de Sade. <em>(a autora desse blog entende que essa última questão é datada, certamente era uma questão mobilizadora em 1963)</em></p>
<ul style="text-align:justify;">
<li><strong>Problemas reais para Ellul</strong>:</li>
</ul>
<p>Ao se referir aos &#8220;falsos problemas&#8221;, Ellul chama a atenção para a &#8220;falsa consciência da técnica&#8221; e a um possível apagar do que é inerente ao &#8220;humano&#8221;, como a liberdade, autonomia, criatividade. Convém lembrar, mais uma vez, o período histórico dos textos de Ellul, a sociedade industrial, mecanicista e padronizada.</p>
<p style="text-align:justify;">Agora chegamos à questão do DETERMINISMO TECNOLÓGICO, visão de Jaques Ellul e outros pensadores, como Mc Luhan (o meio é a mensagem) em 1964. As tecnologias impõem transformações sociais e estas são irreversíveis. A tecnologia (ou as tecnologias) seria(m) autônoma(s).</p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:justify;">Perguntas de Ellul:</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>1. O homem é capaz de ser o “amo”, o senhor de sua criação?</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><img class="aligncenter" style="border:2px solid black;margin:2px;" title="Frankestein" src="http://escolajosoblog.files.wordpress.com/2008/02/frankestein-1.jpg?w=386&#038;h=385" alt="" width="386" height="385" /><br />
</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Ellul aborda o caráter autônomo da tecnologia e entende que o homem é objeto de certas técnicas e procedimentos. O homem é objeto das técnicas pedagógicas, é objeto da propaganda e que, ao final, o homem vem sendo “espiritualmente adaptado pela sociedade tecnológica. Crêem no que fazem, são os mais fervorosos adeptos dessa sociedade”.</p>
<p style="text-align:justify;">Com autoironia, questiona não só &#8220;como&#8221; dar uma direção e orientação à tecnologia, mas &#8220;quem&#8221; poderia fazê-lo?</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">“- Os filósofos? Sabemos muito bem a escassa influência que esse grêmio tem sobre a sociedade. Além de que, qualquer técnico desconfia dos filósofos e se negam a levar em conta suas reflexões. (palavras de Ellul)</p>
<p style="text-align:justify;">- Os políticos? O poder dos políticos já vem sendo superado pelo poder das tecnologias</p>
<p style="text-align:justify;">(observação da autora do post: isso em 1963, quem dirá hoje, no mundo globalizado no qual a capacidade tecnológica e econômica das Corporações transnacionais tem mais força que os Estados)</p>
<p style="text-align:justify;">- Qualquer um de nós? Os homens poderiam decidir usar ou não uma determinada tecnologia. Poderia ser desde que os homens compartilhassem os mesmos valores, segundo Ellul.  Observação da autora do post: movimentos desse tipo estão ocorrendo no nosso século XXI. Há bastante unanimidade no mundo todo sobre evitar tecnologias que ponham em risco o equilíbrio ecológico, por exemplo. ”</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">O  mito do criador x criatura que se torna autônoma, ou pior, se rebela contra o criador está na Bíblia, está na literatura, parece um medo atávico (Freud explica?).</p>
<p style="text-align:justify;">Dr. Frankstein ao se deparar com sua criatura, um quase homem, porém artificial. (uma característica da Tecnologia é ser artificial):</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">“Foi numa sombria noite de novembro que eu contemplei a realização de minha obra. (&#8230;)  Era já quase uma hora da madrugada; a chuva batia tristemente nas janelas; e minha vela estava quase consumida quando ao lusco-fusco da luz bruxuleante prestes a extinguir-se, vi abrir-se o baço olho amarelo da criatura. Ela respirava com dificuldade, e um movimento convulsivo agitava seus membros. Como posso descrever minhas emoções ante aquela catástrofe, como reescrever aquela ruína que eu, com esforço infinito e zelo, havia tentado formar?”</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">Como dr. Victor Frankstein assustado com sua criatura que não havia saído conforme cuidadosamente planejada (tecnologia = artificial) também pensadores se perguntam como o homem pode não perder o controle das criações tecnológicas. Como permanecer “amo” de suas criações.</p>
<p style="text-align:justify;">E Ellul faz sua segunda pergunta sobre <strong>Problemas reais</strong>:</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>2. Pode surgir uma nova civilização (<a href="http://www.filosofante.org/filosofante/not_arquivos/pdf/Homem_Dimensao_Socio_Politica_Civitas_Tomas_Aquino.pdf" target="_blank">civitas</a></strong><strong>) que inclui a técnica?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Para Ellul, o mundo da técnica é o mundo das coisas materiais. A técnica poderia converter o homem imerso em máquinas e objetos, em mais um objeto? Para o filósofo, na sociedade tecnológica, a autoridade última passa a ser o fato, e evidente, o imediato. A técnica garante tão somente a felicidade material. O projeto tecnológico teria ignorado a as externalidades. Ellul observa que, pela primeira vez, podemos aniquilar a vida no planeta. Novamente, convém lembrar o momento da reflexão de Ellul. O mundo no pós-guerra, das experiências ainda muito próximas com a bomba atômica, a espada de Dâmocles da guerra fria.</p>
<p style="text-align:justify;">Por outro lado, se, nesse momento, aqui no Ocidente, a ameaça da bomba atômica parece um pouco mais distante do que no período da tensão bipolar da guerra fria, não custa lembrar que a tecnologia nuclear existe e tem sido fator de ameaça por parte de governos radicais no Oriente.</p>
<p style="text-align:justify;">A sociedade tecnológica, para Ellul, não pode ser uma sociedade genuinamente humana com o homem em primeiro plano. Não pode haver civilização no sentido pleno do conceito, na concepção humanística (humanismo herdado do Renascimento).</p>
<p style="text-align:justify;">Ellul vê o incremento do poder: técnicas policiais, técnicas de governos. Uma vez que o poder se torna absoluto, os valores desaparecem e chama para a questão da técnica e liberdade. A técnica, para Ellul, libera o homem de velhas limitações e opressões naturais, como o escuro, o frio e traz novas opressões.</p>
<p style="text-align:justify;">Ellul conclui que qualquer nostalgia é vã, que não há solução.</p>
<p style="text-align:justify;">Certamente a visão de Ellul sobre a tecnologia é pessimista e muitas questões são datadas. A autora do post é uma entusiasta de primeira hora da tecnologia, mas admito: há que haver reflexão e &#8220;nem tudo são flores&#8221;. Também não gosto dos autores excessivamente utópicos.</p>
<p style="text-align:justify;">2009:  As tecnologias digitais, a Internet como define <a href="http://fuchs.uti.at/" target="_blank">Fuchs</a> um <a href="http://papers.ssrn.com/sol3/papers.cfm?abstract_id=458680" target="_blank">sistema sócio-tecnológico auto-organizado</a> têm trazido inúmeras questões filosóficas novas. Também acaba trazendo algumas pseudo-filosofias, é bom separar o joio do trigo, mas o principal é observar atentamente o que está acontecendo nesse &#8220;admirável mundo novo&#8221;, parafraseando Huxley e conhecer não só os apologistas, como os novos críticos da <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/08/25/o-fim-da-internet-como-a-terra-prometida/" target="_blank">Internet como a terra prometida</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">Porque eu, você que me lê, somos mais que observadores, somos partícipes desse processo.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;">O próximo post sobre Filosofia da Tecnologia convidará Jaques Ellul (1992-1994) para conhecer a era digital. O &#8220;papo com Ellul&#8221; será meu seminário da disciplina de Filosofia da Tecnologia, posteriormente relatado aqui. </span></p>
<p style="text-align:justify;">Mais em <a href="http://wp.me/pDlsV-ic" target="_self">Filosofia da Tecnologia</a> I:</p>
<p style="text-align:justify;">&#8212;</p>
<p style="text-align:justify;">Referências:</p>
<p style="text-align:justify;">ELLUL, Jacques. The technological Order. In: MITCHAM, C.; MACKEY.R. <strong>Philosophy and Technology</strong>. NewYork/London: The Free Press, 1983.</p>
<p style="text-align:justify;">IHDE, Don. <strong>Technology and the Lifeworld: From Garden to Earth</strong>. Bloomington: Indiana University Press, 1990.</p>
<p style="text-align:justify;">MATTELART, Armand. <strong>História da sociedade da informação</strong>. São Paulo: Loyola, 2007.</p>
<p style="text-align:justify;">SHELLEY, Mary. <strong>Frankestein</strong>. Porto Alegre: L&amp;PM, 1997.</p>
<p style="text-align:justify;">E anotações das aulas do Prof. Alberto Cupani</p>
<p style="text-align:justify;">
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cienciadoispontozero.wordpress.com/1164/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cienciadoispontozero.wordpress.com/1164/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cienciadoispontozero.wordpress.com/1164/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cienciadoispontozero.wordpress.com/1164/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cienciadoispontozero.wordpress.com/1164/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cienciadoispontozero.wordpress.com/1164/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cienciadoispontozero.wordpress.com/1164/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cienciadoispontozero.wordpress.com/1164/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cienciadoispontozero.wordpress.com/1164/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cienciadoispontozero.wordpress.com/1164/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cienciadoispontozero.wordpress.com/1164/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cienciadoispontozero.wordpress.com/1164/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cienciadoispontozero.wordpress.com/1164/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cienciadoispontozero.wordpress.com/1164/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cienciadoispontozero.com&amp;blog=9377309&amp;post=1164&amp;subd=cienciadoispontozero&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">AleGaldo</media:title>
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			<media:title type="html">Telescopio</media:title>
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			<media:title type="html">Frankestein</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Filosofia da Tecnologia</title>
		<link>http://cienciadoispontozero.com/2009/10/01/filosofia-da-tecnologia-etica-e-imperativo-tecnologico/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 19:42:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia da Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[ÉTICA E TECNOLOGIA NEUTRALIDADE (OU NÃO) DA TECNOLOGIA O tema original desse blog trata da Web 2.0 na comunicação científica, ou seja, na comunicação entre pares (cientistas, pesquisadores) e na publicação de pesquisas (periódicos científicos). Entretanto, uma ideia leva à outra&#8230; De comunicação científica à divulgação científica. Está acontecendo na blogosfera algo muito interessante. Cientistas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cienciadoispontozero.com&amp;blog=9377309&amp;post=1128&amp;subd=cienciadoispontozero&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>ÉTICA E TECNOLOGIA</strong><br />
<strong>NEUTRALIDADE (OU NÃO) DA TECNOLOGIA</strong></p>
<p style="text-align:justify;">O tema original desse blog trata da Web 2.0 na comunicação científica, ou seja, na comunicação entre pares (cientistas, pesquisadores) e na publicação de pesquisas (periódicos científicos).</p>
<p style="text-align:justify;">Entretanto, uma ideia leva à outra&#8230; De <a href="http://alegaldo.com/2009/08/21/comunicacao-cientifica-e-divulgacao-cientifica/" target="_blank">comunicação científica à divulgação científica</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">Está acontecendo na blogosfera algo muito interessante. Cientistas vêm explicando e discutindo ciência com a sociedade, por meio de blogs com o uso de de textos, espaços para debates, vídeos, enfim todas essas ferramentas que caracterizam a Web 2.0. Esses cientistas explicam Ciência e abrem o debate para além do ambiente acadêmico. O II EWCLiPo reuniu em Arraial do Cabo, entre 25 e 27 de setembro, cientistas de diversas áreas, em especial das ciências exatas e naturais, além de jornalistas, para debater a blogosfera científica. Um pouco sobre o encontro. no <a href="http://www.comciencias.blogspot.com/" target="_blank"><strong>semciencia</strong></a>, blog do Prof. Osame Kinouchi.</p>
<p style="text-align:justify;">De qualquer forma, estamos tratando de ciência e de tecnologia (neste caso, a Web), interatuantes desde a revolução científica. Uma influencia a outra. Um caso exemplar é o impacto do telescópio (uma tecnologia) para a astronomia (uma ciência).</p>
<p style="text-align:justify;">Bunge (1996, p. 40) explica que a tecnologia é “fonte de conhecimentos novos” e sobre a relação entre ciência e tecnologia afirma que “<strong>a tecnologia moderna se nutre da ciência, e a ciência moderna depende da tecnologia</strong>&#8220;.</p>
<p style="text-align:justify;">Por essa razão, me interessa pesquisar a relação entre ciência e tecnologia. Como consequência, me interessei em cursar uma disciplina de Filosofia da Ciência e posteriormente, Filosofia da Tecnologia.</p>
<p style="text-align:justify;">Assim, inauguro alguns posts sobre FILOSOFIA DA TECNOLOGIA.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter" title="thiker-clicker" src="http://notasaocafe.files.wordpress.com/2006/12/clicker.JPG?w=480&#038;h=309" alt="" width="480" height="309" /></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><span id="more-1128"></span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>ÉTICA E TECNOLOGIA:</strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Ética natural</span></p>
<p style="text-align:left;">Baseada na metafísica. Busca a moral na religião. Aristóteles, Tomás de Aquino</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Ética deontológica</span></p>
<p style="text-align:justify;">O homem não precisa da religião para definir regras morais. Mas, se a metafísica, a religião deixa de definir regras, como fica a moral? Segundo Kant, o homem tem a consciência moral. O homem age segundo o dever. Ver &#8220;Crítica da Razão Pura&#8221; de Kant (<a href="http://livrosparatodos.net/livros-downloads/critica-da-razao-pura.html" target="_blank">download do livro</a>)</p>
<p style="text-align:justify;">“<strong>Age de tal maneira que a máxima que guia tua ação, possa servir de lei universal</strong>” (Kant)</p>
<p style="text-align:justify;">Imperativo categórico: A moral é incondicional, a moral não pode estar sujeita a condições.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Ética utilitarista</span></p>
<p style="text-align:justify;">O que orienta a ação é aquilo que traz o bem para o maior número de seres humanos.<a href="http://books.google.com.br/books?id=07MtwUDeeKAC&amp;printsec=frontcover&amp;source=gbs_v2_summary_r&amp;cad=0#v=onepage&amp;q=&amp;f=false" target="_blank"> (Jeremy Bentham</a>; <a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;co_obra=4900" target="_blank">Stuart Mill</a>).</p>
<p style="text-align:left;">A ética tecnológica (segundo <a href="http://books.google.com.br/books?id=ef3sOwAACAAJ&amp;dq=Technology+inauthor:Robert+inauthor:Mitcham&amp;lr=&amp;as_drrb_is=q&amp;as_minm_is=0&amp;as_miny_is=&amp;as_maxm_is=0&amp;as_maxy_is=&amp;num=100&amp;as_brr=0&amp;ei=EJPFStuSG4jMzQT9_tCgBA" target="_blank">Mitcham</a>) é a ética utilitarista. Isso é o que chamamos de imperativo tecnológico (porquê não fazer?). A filosofia alerta que as questões tecnológicas ou o impulso do imperativo tecnológico precisam ser discutidos.</p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://www.socitec.pro.br/?page_id=59" target="_blank">Jacques Ellul</a> (1963, p. 87) acredita que a sociedade tecnológica &#8220;desenvolve um sistema moralmente coerente de imperativos e virtudes que tende a substituir o sistema tradicional. [...] o que está acontecendo é uma substituição de uma moral tradicional que a técnica tornou obsoleta, por uma nova moral tecnológica&#8221;.</p>
<p style="text-align:left;">&#8212;&#8212;</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>NEUTRALIDADE DA TECNOLOGIA</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Afinal, a tecnologia é neutra?</p>
<p style="text-align:justify;">Questões:</p>
<p style="text-align:justify;">1. Uma faca é um artefato tecnológico neutro. Se ela será usada para cortar ou para matar não é algo intrínseco à faca, mas ao uso que se faz dela. (neutralidade tecnológica)</p>
<p style="text-align:justify;">2. Um carro é um artefato tecnológico &#8216;neutro&#8217;  usado, por exemplo, para levar a família para passear. Mas um carro poluente pode ser considerado um artefato tecnológico neutro? (relativa neutralidade da tecnologia)</p>
<p style="text-align:justify;">3. A ciência desenvolveu a fissão nuclear, nesse caso específico, pelo &#8220;conhecimento em si&#8221;<span style="color:#ff0000;"><strong>¹</strong></span>. Os estudos de Einstein (um pacifista) permitiram a construção da bomba atômica. Não é possível dizer que a bomba atômica é uma tecnologia neutra. Então não se pode dizer que &#8220;toda tecnologia&#8221; é neutra.</p>
<p style="text-align:justify;">Outra questão:<strong> Existe um fenômeno chamado tecnologia ou uma pluralidade de tecnologias?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Se pode falar em &#8220;tecnologia&#8221; ou devemos falar em &#8220;tecnologias&#8221;? Me parece que precisamos pensar em tecnologias, ao invés de discutir &#8220;a tecnologia&#8221;.</p>
<p><strong>&#8212;-</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><strong>¹</strong></span>Bunge (1980, p. 230) afirma que &#8220;a ciência tem tanto valor instrumental como valor intrínseco: queremos conhecer, não apenas agir, mas pelo conhecimento em si. Do contrário seríamos seres humanos, nem ao menos civilizados.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://wp.me/pDlsV-iM" target="_self">Mais sobre Filosofia da Tecnologia</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8212;</p>
<p style="text-align:justify;">Referências:</p>
<p align="left">BUNGE, M. <strong>La ciencia, su metodo y su filosofía</strong>. Santafé de Bogotá: Panamericana Editorial, 1996.</p>
<p align="left">BUNGE, M. <strong>Epistemologia</strong>: curso de atualização. São Paulo: EDUSP, 1980.</p>
<p align="left">ELLUL, J. The technological Order. In: MITCHAM, C.; MACKEY.R. <strong>Philosophy and Technology</strong>. NewYork/London: The Free Press, 1983.</p>
<p align="left">MITCHAM C. <strong>Thinking trough technolgy</strong>. The path between Engineering and Philosophy. London: The University of Chicago Press, 1994.</p>
<p align="left">Anotações das aulas do Prof. Alberto Cupani</p>
<p align="left">
<p align="left">
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cienciadoispontozero.wordpress.com/1128/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cienciadoispontozero.wordpress.com/1128/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cienciadoispontozero.wordpress.com/1128/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cienciadoispontozero.wordpress.com/1128/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cienciadoispontozero.wordpress.com/1128/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cienciadoispontozero.wordpress.com/1128/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cienciadoispontozero.wordpress.com/1128/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cienciadoispontozero.wordpress.com/1128/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cienciadoispontozero.wordpress.com/1128/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cienciadoispontozero.wordpress.com/1128/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cienciadoispontozero.wordpress.com/1128/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cienciadoispontozero.wordpress.com/1128/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cienciadoispontozero.wordpress.com/1128/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cienciadoispontozero.wordpress.com/1128/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cienciadoispontozero.com&amp;blog=9377309&amp;post=1128&amp;subd=cienciadoispontozero&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">AleGaldo</media:title>
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			<media:title type="html">thiker-clicker</media:title>
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		<title>Se Deus existe, é artista plástico.</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 04:02:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>

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		<description><![CDATA[Nebulosa Butterfly. Clique para ver slides das últimas imagens do Hubble na BBC Se existe, ou não, uma inteligência criadora por trás disso tudo, está fora do alcance e do âmbito da ciência. Não compartilho com cientistas e pseudociências que buscam comprovar a existência ou inexistência de Deus. Trabalho inútil, na minha opinião. Deus não [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cienciadoispontozero.com&amp;blog=9377309&amp;post=1121&amp;subd=cienciadoispontozero&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/science/nature/8247245.stm" target="_blank"><img class="aligncenter" style="margin-top:0;margin-bottom:0;border:2px solid black;padding:0;" title="ButterflyNebula" src="http://newsimg.bbc.co.uk/media/images/46350000/jpg/_46350073_384570main_ero_ngc6302_4x3_1024-768.jpg" alt="Clique para ver slideshow das últimas imagens do Hubble na BBC." width="490" height="327" /></a></p>
<div style="text-align:center;">
<dl>
<dd>Nebulosa Butterfly. Clique para ver slides das últimas imagens do Hubble na BBC</dd>
<div><span style="font-size:small;"><span style="line-height:17px;"><br />
</span></span></div>
</dl>
</div>
<p style="text-align:justify;">Se existe, ou não, uma inteligência criadora por trás disso tudo, está fora do alcance e do âmbito da ciência. Não compartilho com cientistas e pseudociências que buscam comprovar a existência ou inexistência de Deus. Trabalho inútil, na minha opinião. Deus não é do âmbito da ciência, mas da religiosidade (conceito mais amplo que &#8220;religião&#8221;) e a religiosidade é questão íntima e individual. Mas, a metáfora que vem à mente ao ver esse espetáculo de imagens é de que o universo parece ser uma maravilhosa obra de arte!</p>
<p style="text-align:justify;">Desculpem-me os engenheiros, mas se houver um criador disso tudo, talvez seja da área das artes plásticas, mais do que das engenharias. O refinamento estético do universo e da natureza está além de sua funcionalidade. Vide a era glacial.</p>
<p style="text-align:justify;">Deus, se existir, também não deve ser da área de humanas. Nós humanos, somos de uma imperfeição inconcebível para um estudioso das ciências humanas. Um bom filósofo teria concebido relações humanas mais éticas e justas.</p>
<p style="text-align:justify;">Também não deve ter vindo das ciências biológicas e da saúde, vide as doenças e mal formações de toda ordem.</p>
<p style="text-align:justify;">Também não deve ser das ciências sociais. A sociedade dos humanos, tem problemas gravíssimos: injustiça, desigualdade, miséria, intolerância e outras graves imperfeições. A sociedade não pode ter sido concebida sob uma teoria social razoável. Então, se Deus existe, é um artista plástico criativo e um esteta refinado.</p>
<p style="text-align:justify;">Também é possível pensar que Deus teria concebido apenas o universo e nós, humanos, fonte de todos os problemas relacionados nesse texto, surgimos de uma casualidade, tal como microorganismos a contaminar a grande obra de arte. Por ser generoso, Deus ainda teria paciência conosco e não teria nos aniquilado com um raio fulminante, mas&#8230; e se Ele perder a paciência?</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:center;">
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cienciadoispontozero.wordpress.com/1121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cienciadoispontozero.wordpress.com/1121/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cienciadoispontozero.wordpress.com/1121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cienciadoispontozero.wordpress.com/1121/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cienciadoispontozero.wordpress.com/1121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cienciadoispontozero.wordpress.com/1121/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cienciadoispontozero.wordpress.com/1121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cienciadoispontozero.wordpress.com/1121/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cienciadoispontozero.wordpress.com/1121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cienciadoispontozero.wordpress.com/1121/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cienciadoispontozero.wordpress.com/1121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cienciadoispontozero.wordpress.com/1121/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cienciadoispontozero.wordpress.com/1121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cienciadoispontozero.wordpress.com/1121/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cienciadoispontozero.com&amp;blog=9377309&amp;post=1121&amp;subd=cienciadoispontozero&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">AleGaldo</media:title>
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			<media:title type="html">ButterflyNebula</media:title>
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