Pesquisa completa

25/04/2010

A Dissertação de mestrado pode ser acessada em:

www.cin.ufsc.br/pgcin/AlessandraGaldo.pdf


Dissertação de mestrado

05/03/2010

Dissertação de mestrado defendida em 01/03/2010 e aprovada com conceito A.

Compartilho a apresentação da defesa e informações que possam interessar aos mestrandos, aos colegas da CI e a todos que se interessem pelo tema da Web 2.0, mais especificamente na colaboração científica.

Minha gratidão aos professores de mestrado e doutorado em Ciência da Informação que, generosamente, colaboraram respondendo à pesquisa.

Agradeço ao Professor Aldo Barreto, Professora Ursula Blattmann e Professor Francisco das Chagas por terem aceito participar da banca examinadora.

Aos parceiros de academia e amigos com quem troquei pontos de vista por meio da Web 2.0, como blogs, Twitter, e-mail ou mesmo pessoalmente. Ao Carlos Nepomuceno, Moreno Barros, Fabiano Caruso, Rafaela Lunardi Comarella entre tantos outros. Não há como nomear a todos, mas a colaboração generosa dessas pessoas faz parte das ideias desenvolvidas neste trabalho.

APRESENTAÇÃO DA DISSERTAÇÃO

E continuo na academia, agora cursando o doutorado em Engenharia e Gestão do Conhecimento na UFSC. O que prova que cursar o mestrado e defender a dissertação “nem doeu” … :)



Web 2.0

05/03/2010

A primeira coisa sobre a Web 2.0: A Web 2.0 é uma atitude (an atittude, not a technology), como afirma O’Reilly.  É isso que estou fazendo agora: estou compartilhando meu trabalho, pensamentos e ideias, abrindo o tema para você acrescentar seu conhecimento, fazer perguntas, discordar, construir em colaboração, remixar minhas ideias e informações (veja a licensa Creative Commons), compartilhar, acrescentar. (reparou naquele espacinho pra comentários, lá embaixo?) ;)


WEB X WEB 2.0

Fonte: Adaptado de COZI, 2007
Ilustração: Guilherme Galdo Ruchaud

IDEAIS DA WEB 2.0

A Web como plataforma;
Informação controlada pelo usuário;
Ferramentas no formato de serviços Web ao invés de softwares proprietário;
Arquitetura participativa;
Rentabilidade de escala, o que significa nenhum custo para o usuário, na medida em que empresas anunciantes patrocinam o serviço, remunerado pela quantidade de vezes em que o consumidor “clica” em seus banners, ou efetivam uma compra;
Informações e dados (textos, imagens, vídeos) com permissões de livre distribuição ou modificação, segundo critérios definidos pelo autor;
Aplicações não limitadas a um determinado sistema operacional ou hardware;
Aproveitamento da inteligência coletiva.

Fonte: Adaptado de O’Reilly (2005, p. 1).

FERRAMENTAS WEB 2.0

FERRAMENTAS WEB 2.0

FERRAMENTA DEFINIÇÃO
Weblogs Ferramenta para publicação de informações, opiniões e ideias, com espaços  para comentários de outros usuários da  Internet. Somam o poder noticiador dos grupos de discussão às informações organizadas nas páginas web (ANTOUN, 2008). Os weblogs ou blogs são personalizados pelo autor/autores e podem conter textos, imagens, vídeos, ferramentas de busca, links para outros blogs, estatísticas de acesso, “nuvem detags”, entre outros recursos.
Wikis Ambiente em que cada usuário redige e comenta um determinado termo acessível a todos os outros, que o lêem, e podem também contribuir com alterações. (CAVALCANTI; NEPOMUCENO, 2007, p. 24). Os wikispermitem a criação coletiva de conteúdo na web e possuem formas de regulação da produção da coletividade (PRIMO, 2008a) O exemplo mais conhecido é a Wikipédia. Ferramentas wiki têm um grande potencial para a construção colaborativa de trabalhos acadêmicos.
Sites de Redes Sociais Site que foca a publicização da rede social dos atores (usuários da Internet). Representam processos dinâmicos em conseqüência dos processos de interação entre esses atores. (RECUERO, 2009).
Folksonomias Ferramentas de classificação, recuperação e compartilhamento da informação, na qual os usuários colaboram livremente na classificação da informação. As “nuvens de tags”, uma das formas de navegar pelas informações classificadas espontaneamente pelos usuários, modificam-se em tempo real, em interação constante entre os usuários e a informação, modificando também a relação de tempo entre a classificação da informação e o seu uso.(CATARINO; BAPTISTA, 2007)
Compartilhamentode vídeos Usuários da Internet compartilham vídeos criados por outros ou criam seus próprios vídeos e os compartilham livremente. Alguns vídeos bem como alguns autores de vídeos têm se tornado mundialmente acessados sem que haja nenhuma motivação financeira direta. Vários tipos de vídeos têm sido produzidos, desde vídeos humorísticos a vídeos educativos. O Youtube, ferramenta mais popular de compartilhamento de vídeos, tem um grande número de vídeos com aulas expositivas, palestras, demonstração de experiências, entre outros de interesse acadêmico.
Compartilhamento de apresentações / slides Autores compartilham apresentações e slides de palestras e/ou aulas. O autor define a permissão de uso, cópia ou distribuição.
Leitor de RSS(Really Simple Syndication) Feeds Agregador de notícias, amplamente utilizado pela comunidade dos blogs, para compartilhar as suas últimas novidades ou textos completos e até mesmo arquivos multimídia. (WIKIPEDIA, 2009).
Serviços demicroblogs A primeira ferramenta de microblog e, ainda, a mais popular é o Twitter. Foi criado inicialmente com a pergunta: “O que você está fazendo?” para que cada usuário respondesse, compartilhando com pessoas que o acompanham, ao mesmo tempo em que receberia curtas mensagens das pessoas que optasse por acompanhar (seguidos e seguidores). Entretanto, os usuários descobriram outras funções e criaram aplicativos para serem usados em conjunto com o Twitter, como programas que condensam os endereçosweb em poucos caracteres. Com isso, a ferramenta passou a ser utilizada com maior frequência para compartilhar informações por meio dos links. A comunidade acadêmica utiliza a ferramenta, principalmente com a finalidade de compartilhar links de interesse de seu grupo.

Dissertação de mestrado completa compartilhada nesse link ou no slideshare (enquanto não é disponibilizada pela Biblioteca da UFSC)

Como citar:

Galdo, Alessandra. Web 2.0 e colaboração científica: análise do uso científico-acadêmico por docentes de pós-graduação stricto sensu em Ciência da Informação no Brasil. 2010. 154 f. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação)-Programa de Pós Graduação em Ciência da Informação, Centro de Ciências da Educação, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2010.


José Mindlim e a Biblioteca Brasiliana

19/06/2009

a leitura dá um sentido espiritual à vida, abre horizontes, dá uma visão melhor e mais ampla do mundo e da sociedade em que vivemos, estimula a imaginação e o sonho (Mindlim, 2009)

MINDLIM, José. No mundo dos livros. Rio de janeiro: Agir, 2009.

BRASILIANA USP

BRASILIANA DIGITAL
(além da custódia do saber)

Veja também matéria do LINK Estadão de 21/07/2009:
José Mindlim aos 94 anos, sem medo do novo!



Periódicos científicos 2.0

27/05/2009

Hoje, a UFSC recebeu Suely de Brito Clemente Soares para palestra no EVENTO de lançamento da incubadora de periódidos da UFSC e comemoração ao primeiro aniversário do Portal de Periódicos UFSC, que tem minha orientadora, Rosângela Schwarz Rodrigues, como uma das responsáveis por sua implantação.

Suely começou esclarecendo que, se cronologicamente pertence à geração dos Baby Boomers, é com a geração Y que se identifica. E comprovou ao longo de sua fala que, de fato, faz parte da cultura Y. Suely é quase uma nerd – comunicativa- ou, expressão mais atual, uma “geek” (a computer expert or enthusiast)!

Reproduzo aqui os slides que ela apresentou (se encontram em http://www.slideshare.net/suelybcs) para que possa complementar com informações que anotei durante a palestra e para abrir o debate. Como lembrou Suely, a comunidade acadêmica é conservadora, mas ainda assim, muitos periódicos estão inovando, sendo que em sua opinião, o BMJ e o Nature, são os que melhor incorporam ferramentas web 2.0.

A seguir, a apresentação da Suely. E depois, alguns questionamentos.

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Breves notas sobre a defesa da tese de Claudia Bomfá

24/05/2009

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DA PRODUÇÃO
Tese: MODELO PARA GESTÃO DE PERIÓDICOS CIENTÍFICOS ELETRÔNICOS
COM FOCO NA PROMOÇÃO DA VISIBILIDADE.
Autora: CLÁUDIA REGINA ZILIOTTO BOMFÁ
Orientador: ANTONIO CEZAR BORNIA, DR.

A tese de doutorado em Engenharia da Produção defendida em 22/05/2009 na UFSC – Universidade Federal de Santa Catarina, se embasou em conhecimentos das áreas de Engenharia da produção/Administração (Marketing) e da Ciência da Informação (Comunicação Científica).

A banca observou que a aluna foi brilhante em fazer conversar diversas áreas, no que concordo plenamente. A discussão durante a defesa ilustrou a interlocução entre essas áreas. Compartilho em breves notas, os pontos que me chamaram atenção e que anotei durante a defesa. Sim, a tese foi aprovada e espero, em breve, poder linká-la (15/11/2009: a tese está linkada no final desse post).

O modelo que a doutoranda apresentou é resultado de anos de pesquisa  junto ao periódico científico da Engenharia da Produção, Revista Produção online. A seguir, as contribuições da banca:

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Editoras, inovar é preciso!

18/05/2009
Opa, o que faço agora, Donald?

Opa, o que faço agora, Donald?

Artigo publicado no periódico DataGramaZero em outubro de 2008:

Fonte: ARAUJO, T. S. ; GALDO, Alessandra ; ARDIGO, J.D. . Conteúdos Digitais de Livros na Sociedade do Conhecimento. DataGramaZero – Revista de Ciência da Informação. Rio de Janeiro, v. 9, p. 05, 2008.

Conteúdos Digitais de Livros na Sociedade do Conhecimento.

Resumo do artigo:

“Este artigo tem como objetivo analisar a contradição aparente entre os interesses da sociedade em relação à democratização da informação diante dos interesses do setor editorial de livros e sua (in) adequação à realidade tecnológica dos conteúdos digitais. Aborda quais as implicações das tecnologias de informação e comunicação para este setor e para o usuário de informações de livros técnicos e científicos. Faz-se um levantamento do contexto da economia digital e uma abordagem reflexiva a respeito das necessidades de acesso flexível e democrático à informação. Aborda-se a questão dos livros e dos conteúdos digitais assim como outras questões envolvidas na situação de impasse na qual se encontra o setor editorial no contexto apresentado. Conclui-se que há necessidade e possibilidade de adequação dos produtos informacionais editoriais aos interesses da sociedade no acesso à informação.”

(…)

E a polêmica continua…

Matéria jornalística da Elis Monteiro no Globo Tecnologia. Link abaixo (O Globo não permite copiar e colar o conteúdo de suas matérias): Associações de editoras no Brasil e EUA tentam lutar contra o download de livros

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Twitter, blog… Porquê?

05/05/2009

Porquê usar o Twitter? No meu caso, uso o Twitter para seguir professores e autores que podem me auxiliar nos temas que estudo no mestrado. Uso o Twitter também, porque sou uma entusiasta assumida das TICs e das novas formas de comunicação como as ditas redes sociais. E, por fim, por uma questão ideológica: acredito que compartilhar conhecimento, ideias e opiniões é bom para mim, para você e para todos. No meu ponto de vista, informação e conhecimento só têm sentido se forem compartilhados, transmitidos, replicados, transformados, livremente retransformados, modificados para gerar novos conhecimentos. Leia o resto deste post »


PROIBIDO PROIBIR II

06/04/2009
Ativismo na Internet

Ativismo na Internet

No post anterior, eu falava sobre crimes na Internet.

Coincidência, acabei de pegar no twitter, informação fresquinha do Sergio Amadeu da Silveira.

Artigo: Substitutivo do Azeredo versus Lei de Cidadania

Concordo com as colocações do Sergio Amadeu e já havia assinado a petição há alguns meses. Acho que, de fato, o projeto de lei do Azeredo está mal articulado. Se a lei fosse aprovada seria impossível de cumprir e se fosse cumprida limitaria a liberdade de expressão na internet.


PROIBIDO PROIBIR

06/04/2009

Sobre o comentário do Guilherme em relação às razões de ser desse blog na página ONTOBLOG:

O Gui diz: “…acho até que você pegou uma carona com o Gilberto Gil, que também fez uma relação parecida, dizendo que a Internet é a concretização de muito do que se havia sonhado… A liberdade (quase) absoluta, a proibição da proibição, e daí em diante.”

Isso me fez lembrar a música do Caetano:

Mas complemento: Só temos que lembrar que a Internet reproduz os mais diversos comportamentos da sociedade. Serve para compartilhar conhecimento, aproximar pessoas, povos e culturas ou fazer música. Mas também é usada como mais um meio de golpes e crimes. Para esses casos, acho que tem que valer as mesmas leis e punições da sociedade civil. Leia o resto deste post »


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